quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Carvalho

O escuro, confuso, noite clara. Um corredor que parece um pântano, aquela sala com aranhas, aquela sala que parece o sonho da salvação. Henrique, um bebê, e eu, acompanhados pela felicidade em cores claras (naquela sala), talvez o som de sapos. Japoneses, com kero kero, ou ingleses, com croak croak? Sonho estranho.

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